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Taliria Petrone acusa deputada de tomar marido no plenário

Uma discussão no plenário da Câmara dos Deputados chamou a atenção nesta semana. A deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) acusou a deputada Julia Zanatta (PL-SC) de ter “tomado o marido da colega”. O episódio ocorreu durante um debate acalorado entre as parlamentares.

Talíria Petrone fez a declaração diretamente do plenário, em meio a troca de acusações sobre a postura de Julia Zanatta. A fala foi registrada em vídeo e rapidamente se espalhou pelas redes sociais. A acusação envolve a vida pessoal das duas deputadas.

Julia Zanatta rebateu as afirmações e negou a acusação. Em nota, a deputada do PL disse que a colega do PSOL fez uma afirmação mentirosa e que tomará as medidas cabíveis para se defender. O caso gerou reação de outros parlamentares, que pediram mais respeito no plenário.

Não há informações oficiais sobre o andamento de possíveis representações ou processos contra Talíria Petrone. A situação expõe os ânimos exaltados entre deputados de diferentes espectros políticos. Vídeos do momento da acusação continuam circulando em grupos de WhatsApp e em plataformas de vídeo.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), não comentou publicamente o episódio. Lira tem reforçado a necessidade de manter a ordem e o decoro durante as sessões. Em outras ocasiões, ele já aplicou advertências a deputados por quebra de decoro parlamentar.

Em paralelo, a Comissão de Ética da Câmara pode analisar o caso se houver representação formal. Deputados aliados de Julia Zanatta já sinalizaram que devem acionar o colegiado. A expectativa é de que o assunto renda novos capítulos nos próximos dias.

No mesmo período, outros embates verbais entre deputados ganharam destaque. Discussões sobre reforma tributária e marco temporal indígena geraram trocas de ofensas entre parlamentares de diferentes partidos. A polarização política tem elevado o tom dos debates no Legislativo.

Especialistas em direito parlamentar lembram que acusações pessoais feitas no plenário podem configurar quebra de decoro. A punição pode variar de advertência à suspensão do mandato por até 30 dias. Cada caso é julgado pela Mesa Diretora ou pela Comissão de Ética.

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Sobre o autor: Sofia Almeida

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